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USELESSTUFF
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! .TRACKED

1996.GRAB ME ircd96014
1.overture 2.you can feel it 3.lovin'(you) 4.world built on love 5.dream of love 6.never leave me 7.grab me 8.go on lovin 9.beaten body 10.infinity 11.cleveland, ohio 12.watts dat inn yor mowth 13.grab me (max-e mix) 14.world built on love (trance version) 15.shut
1996.GRAB.ME EP ircds96013
1.grab me (radio edit) 2.you can feel it 3.grab me (max-e mix)
1996.GRAB ME & BEATEN BODY EP
1.grab me (max-e mix) 2.beaten body (dub sweep v.) 3.grab me (coupe xl)
4.grab me (code mix)
1997.e:) 11.80.7503
1.ask an angel 2.amo a noite 3.spinning 4.slow, sweet 5.tiznit (MP3) 6.girar 7.my name
8.bang for the buck 9.i believe 10.father 1 11.electrolytic 12.esprit (mp3)
1998. 11.80.7639
1.pensando em ti 2.falta o tempo 3.ilusao 4.universal shine 5.mal de amor
6.loveless 7.fashion is my life (mp3) 8.frantic (MP3) 9.homeless 10.majestique 11.grab me (v. port.) 12.unit 12 13.voar
1999. EX-ANALOGUE 11.80.7743
1.som do house (mp3) 2.tribo da madrugada 3.como yo (mp3) 4.the west recovers 5.life of revolution 6.daddy's sayin' 7.nightsun 8.kontakt 9.immorality 10.asaki 11.im internet 12.auah 13.prayer 14.hot subject 15.the law 16.som do house (by frame) 17.tribo da madrugada (by neon) 18.como yo (by post-mortem reflex) 19.life of revolution (by d:vice) 20.diários
2000 single ircd 00052
1.bring down the lights 2.luv 4 diz 3.old trumpets 4.gardez le rhythme
 
 
TEKCD'FAQ

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the press NEWS talks!
. lindo demais...
. para abanar e rodar sem parar...
. nota euro tecno progressivista e para rebentar com a escala: 14 (0 a 10!).
. ...sonoridades dos tops europeus...
. ...apreciável qualidade sonora do CD...
. ...piano e efeitos digitais que trazem de volta o minimalismo artesanal do "high energy" e de personagens eminentes das pistas de dança criteriosas...
. "Go on lovin'", preciosa aproximação ao disco sound.
. "Overture" e "Shut", aliciantes ambientes digitais com o seu quê de Brian Eno.
. poder-se-ia chamar irónicamente "música da moda"...
. ...o músico até é um bom musico.

+

p.Mir spricht
P.mir SPEAKZ
p.miR habla p.mIr fala!
O meu primeiro instrumento musical foi um sintetizador, isto se excluirmos um pequeno metalofone de caixa de madeira lacada com um cãozito pintado na tampa.
Logo no primeiro dia de exploração do sintetizador (um korg MS20) me entusiasmei com a constatação de que poderia ali inserir e processar um sinal exterior. Ainda me lembro, pego numa cassette de Klaus Schulze, o Moondawn; no caso, e vai de filtrar o som da dita que passava do deck para o Korg. Não resultou nada com que valesse a pena divagar, mas, ainda assim, esse momento da primeira experiência electrónica foi tambem a primeira vez em que perdi de vista o manual de instruções.
Esse momento define com exactidão a minha metodologia de composição musical: Sem manual.

100 manual

Korg MS-20KORGMS20

p.mir , produto r !
Orgulho-me de ter produzido o primeiro cd independente lançado em portugal, e de o ter feito em conjunto com os músicos, (Felix, lider do projecto), e todo o pessoal envolvido, num minúsculo estúdio numa pequena cidade portuguesa com cerca de 15000 habitantes. Não havia cabine, auto-locators, smpte, nada, nem ar condicionado.
Recordo-me que as vozes foram gravadas com um Shure SM58 que nao tinha a bola de rede metálica. Qualquer som a menos de dez centímetros do micro produzia um estouro que abafava o mais dinâmico dos bombos de pé.
Solução: as vozes eram gravadas com o vocalista segurando um painel de tecido daqueles que se encontram a tapar os altifalantes nas colunas hi-fi. É certo que ninguém via a cara do vocalista, mas as vozes foram gravadas. O cd foi lançado, e foi o primeiro. E sempre será.
 
p.mir !ive
A primeira vez que consegui um concerto a solo foi inesquecível. Para mim e para quase toda a população de Lisboa e arredores. De facto, o que se passou não se apagou fácilmente da memória de muita gente. Meados dos anos 80, muitos sintetizadores nas mãos, apoio da Valentim de Carvalho (ainda era no Chiado), cartazes, e o reportório que me parecia ideal. A sala de espectáculos era a dos Bombeiros da Amadora. Uma sala com condições aceitáveis, bom PA, cartazes impressos e distribuídos pela cidade.
Na manhã do dia do concerto abate-se sobre a zona de Lisboa um dos maiores temporais de sempre na zona de lisboa. Casas destruídas, gente desaparecida, estradas cortadas, bombeiros com muito trabalho e, no caso dos da Amadora, sem quartel, pois o tecto do dito veio abaixo com a força do vento.
Sem PA, sem sala e sem público não valia a pena fazer concerto. Primeiro concerto... primeiro cancelado.
Serviu-me de consolo o poder ver os cartazes ainda colados pela cidade mesmo alguns anos depois da fatídica data.
No entanto, e porque desistir nunca fez parte de mim, tive a oportunidade de apresentar, finalmente, o meu trabalho ao vivo, a solo, na noite de Halloween de 1984 na fabulosa sala da igreja da madredeus (sala do teatro ibérico). Valeu a pena o temporal, até porque exactamente 1 ano depois, em 1985, realizei novo concerto no mesmíssimo local.

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p.mir c/band!

Mais recentemente, e porque estas coisas nos ficam no sangue, voltei às guitarras em 2000, criando o album e o grupo The Unplayable Sofa Guitar.

Agora, anos mais tarde, The Unplayable Sofa Guitar continua no activo, mais albuns editados, e eu dedico-me continuamente às guitarras.

Infinite-e entrou num "limbo", um período de stand-by, mas não de inactividade criativa. Os temas novos acumulam-se no estúdio e hão-de aparecer na rua quando não houver mais espaço no estúdio.

Com tudo isto, e apesar de ser fácilmente reconhecida a minha predilecção pelo som electrónico, confesso que já estive em palco com grupos de rock em meados dos eighties. Dessas estranhas experiências recordo com mais carinho as actuações que fiz com os míticos Croix Sainte;

A primeira vez foi no...

...tambem mitico

Rock Rendez-Vous. Recebo no próprio dia o convite para actuar. Foi o André (o vocalista) quem me telefonou. Sem ensaios nem nada, não hesitei em aceitar. Tudo podia acontecer e isso é o que mais me entusiasma. Já desbundávamos em conjunto há algum tempo em minha casa, no meu home-studio, mas nunca tinha feito nada com o reportório dos Croix Sainte.
Cheguei ao Rock Rendez Vous com o ARP Odyssey debaixo do braço e sem a mínima ideia do que iria fazer. Horas mais tarde, concerto a começar, não fiz som, não funciona o ARP durante todo o primeiro tema. Primeira música a chegar ao fim quando, milagre, o som do ARP aparece mas com características totalmente inesperadas. Afinal eu tinha mexido em quase todos os botões do sintetizador tentando sacar-lhe alguma coisa. Quando o som voltou o que se ouvia era algo muito suave, flutuante mesmo. A banda aproveitou esses sons para uma pausa e pegou no tema seguinte, eu, decidi que só iria tocar nos espaços entre músicas. Algo como um concerto 2 em 1!
Resultado, o público raramente aplaudiu para não interromper o som contínuo do concerto mas os aplausos finais deram-nos a certeza de ter feito um óptimo trabalho.
.aki era para inserir foto de qualquer merda, p.ex. P.Mir. a tocar teclas!
p.Mir ! as artes
Cinema... sem dúvida.
No meu top incluo sem concorrência
ou aproximações os seguintes filmes:
Blade Runner, Betty Blue 37: 2 le matin, Brainstorm, L'ete meurtrier, Det Sjunde inseglet, Metropolis & Contact.
Depois vem a fotografia, no ARCO. Cameras Canon, uma colecção de objectivas, uma Voigtlander IIIe 6x6... kilómetros de película fotográfica, algum trabalho vendido à Capital e ao Correio da Manhã, como free-lancer, e...
video.
aprendi a compreender a imagem em movimento no IADE, com Roberto Lestinge.
Marcou-me determinantemente mesmo no campo musical.
Não consigo fazer um disco sem incluir alguns temas que precisam de imagem a acompanhar.
Muita da minha música precisa de imagem para se ouvir com nitidez.
Mesmo os videos que realizo são como que uma remasterização da minha música.
Assim, para mim, sintetizadores e cameras de video são ferramentas da mesma arte.
 
Pintura.
Neo rupestre, neo terrestre.

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USELESSTUF F.
Artistas mais admirados..................Brian Eno..................Daniel Lanois..................Franz Joseph Haydn
Actor favorito......................Bruce Le...e....................e
Melhor album..................."Timewind", Klaus Schulze................................
Melhor músico.............................................Sidney Bech....e...t.......................................................
Melhor banda.............................Glenn Miller Band.........................
Pintor favorito..........................Paul Kle.....................................e
Filme favorito...................................Blade Runner...............................................USELESSTUF F. naFfs
Artistas mais admirados..................Brian Eno..................Daniel Lanois..................Franz Joseph Haydn
Actor favorito......................Bruce Le...e....................e
Melhor album..................."Timewind", Klaus Schulze................................
Melhor músico.............................................Sidney Bech....e...t.......................................................
Melhor banda.............................Glenn Miller Band.........................
Pintor favorito..........................Paul Kle.....................................e
Filme favorito...................................Blade Runner...............................................
p.miR e a mUsica
Electrónica. A arte mais abstracta produzida pelos instrumentos mais abstractos. Multi-usos. O computador, o meu instrumento musical de convergencia também serve para escrever este texto. Nunca me passaria pela cabeça escrever com uma guitarra.
Abstracto e inesperado. Uma pilha de transistores e condensadores, e sabe-se lá que mais, serve para fazer música.
A ideal.
Vai ser reproduzida em todo o mundo por mais pilhas de transistores e condensadores e sabe-se lá que mais.
A música electrónica: Krafwerk, Klaus Schulze, Brian Eno, Biosphere
whatever will be, will be.......












gravado no... recorded at...